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O Brasil deve avançar na sua produtividade

Bons tempos estão chegando. Diversas agências, organismos e especialistas detectam um ótimo potencial de crescimento nos próximos anos, baseado nos conhecidos ciclos da economia que se alternam e na renovação dos governos estaduais e federal.

Esse crescimento irá desengavetar projetos de ampliação, compra de equipamentos novos, construção de novas fábricas e contratação de inúmeros profissionais.

Ao mesmo tempo, há vários documentos que alertam para as dificuldades estruturais existentes em nosso país e sobre elas é preciso investir de forma generalizada para a criação de uma realidade que esteja alinhada com estas fortes possibilidades de crescimento e com a competição globalizada.

A produtividade industrial por exemplo está estagnada há um bom tempo, por razões diversas e conhecidas. A conclusão é imediata: A receita de sucesso no setor industrial somente funcionará se for renovado seu parque atual, juntamente com a melhoria dos índices de produtividade.

De forma geral, a produtividade se define como uma medida de quanto se produz (outputs), a partir de uma determinada quantidade de matéria prima e mão de obra utilizadas (inputs). Então, vamos avançar na produtividade para gerar lucratividade interna e riqueza para o país!

Todos concordam que dentro dos fatores que afetam essa produtividade brasileira, se incluem aspectos sobre os quais não temos controle, tais como fatores governamentais, burocráticos, logísticos e financeiros. Por outro lado, há aspectos que estão sob o controle do empresariado, dos gestores e da sociedade em geral, e aí temos chances de melhorar e muito.

Como faremos essa virada?
Dentre outras ações, já é um bom começo colocar foco nos seguintes pontos:

1. Atuar na capacitação dos profissionais

O argumento que o sistema educacional tem formado profissionais pouco preparados não é desculpa para termos profissionais com poucas competências. É possível alterar este quadro a partir de treinamento interno sistêmico por intermédio de inúmeros recursos disponíveis atualmente, tais como vídeos, dinâmicas, programas de coaching e tutores internos, e campanhas periódicas de educação.

2. Atuar na organização da produção

O conhecimento sobre o tópico de organização da produção está disponível a qualquer indústria que tenha o propósito de trabalhar de forma organizada e se desdobra em várias ferramentas da manufatura moderna. Vale lembrar que a organização é um valor cultural da empresa e seus acionistas, de forma que, obrigatoriamente, deve ser praticada por todos, incluindo-se até o diretor presidente.

3. Atuar no gerenciamento eficaz

Não se gerencia aquilo que não se mede! Um dos grandes passos para tomadas de decisões é desenvolver e manter funcionando um sistema de medição de tempos e avaliação de métodos que seja continuamente alimentado e consultado para se mensurar os recursos, sejam estes de tempo ou de matéria prima ou de custos indiretos, para a gestão da produtividade.

Baseado nestes resultados, decisões sobre trocas e melhoria de equipamentos, mudanças de lay-out, capacitação de pessoas e diversas outras otimizações são possíveis de serem inteligentemente tomadas.

4. Atuar na modernização / manutenção de equipamentos e sistemas

Inúmeras vezes a produção é interrompida por falta de disponibilidade de sistemas e seus equipamentos que estão constantemente quebrando ou com sua capacidade limitada. A manutenção baseada em confiabilidade bem como a modernização destes sistemas têm elevado a elevação da disponibilidade da planta industrial, permitindo assim ganhos significativos e inteligentes, sem investimentos proibitivos.

5. Atuar nas inovações tecnológicas

Bem-vindo ao século XXI. As inovações surgem a cada segundo e cabe ao empresário brasileiro se manter bem informado e bem assessorado para inovar para economizar. Estamos diante da revolução 4.0 que deve ser pensada estrategicamente pelo empresariado brasileiro. Esta revolução traz muito mais que a modernização mencionada no item anterior. Traz uma nova geração de sistemas, máquinas, habilidades especificas, profissionais multidisciplinares e demais tópicos que serão assunto para outras publicações.

Portanto, mãos à obra. Discuta internamente à sua empresa os pontos abordados, monte um plano de ação, adote a filosofia PDCA, delegue as atividades, reúna-se frequentemente e aumente sua produtividade e lucratividade.

Fernando Lescovar Neto é engenheiro naval, pós graduado em gestão pela FGV e diretor técnico da SGS do Brasil – contato: fernando.lescovar@gmail.com e redes sociais.

www.sgsgroup.com.br

Atlas Copco apresenta nova bomba de anel líquido VSD Oil Free ao mercado

O LRP VSD+ chega ao mercado com promessa de maior desempenho, com menos gastos de energia

A Atlas Copco, líder em soluções de sustentabilidade, traz ao mercado o LRP VSD+, sua última inovação em tecnologias de bombas de anel líquido. A novidade da área de negócios Vacuum Technique está disponível nas versões 18kW, 26kW e 37kW e vazão de 350 a 1050m³/h.

O LRP VSD+ ainda inclui o inversor de frequência, que permite controle variável da velocidade de fluxo para atender precisamente a demanda de trabalho. “Esse nível de controle permite a otimização do uso de energia utilizada para manter o processo funcionando, melhorando também a eficiência e desempenho do LRP VSD+”, explica André Vinicius Barros, gerente de negócios de vácuo, na Atlas Copco. “A partir dessa tecnologia conseguimos diminuir em até 50% gastos com energia do motor principal e do motor de bomba do retorno de água”.

A tecnologia possui o Certificado TUV 8573-1, Classe Zero, que garante funcionamento isento de óleo, sem risco algum de contaminação – algo especialmente importante para aplicações alimentícias. A tecnologia oil free garante a sustentabilidade e uma máquina verde em questões ecológicas.

A essência da nova tecnologia é a bomba de alto desempenho desenvolvida pela Atlas Copco. Com o elemento fabricado em aço inoxidável, a peça atesta uma operação robusta, resistência à corrosão e vida útil mais longa. “Somado a isso, a tecnologia ainda possui anéis de vedação mecânicos, que oferecem maior prevenção contra vazamentos”, completa Barros.
O sistema de alimentação de água do LRP VSD+ permite economia de até 95% de água quando comparado aos demais sistemas de bomba de anel líquido. A nova tecnologia da Vacuum Technique ainda vem com válvula de proteção contra a entrada de fluidos externos na bomba e bicos pulverizadores integrados que ajudam no manuseamento de gases e vapores de temperaturas muitas altas.

SOBRE ATLAS COPCO
A Atlas Copco é uma fornecedora líder mundial de soluções de produtividade sustentável. O Grupo atende aos clientes por meio de seus inovadores compressores, soluções a vácuo, geradores, bombas, ferramentas elétricas e sistemas de montagem. A Atlas Copco desenvolve produtos e serviços focados em produtividade, eficiência energética, segurança e ergonomia. A empresa foi fundada em 1873 e tem sede em Estocolmo, na Suécia, com alcance global que abrange mais de 180 países. Em 2017, a Atlas Copco teve receita de € 9 bilhões, contando com aproximadamente 34 mil funcionários em todo o mundo. Saiba mais em www.atlascopcogroup.com

SOBRE VACUUM TECHNIQUE
A Vacuum Technique, área de negócios da Atlas Copco, fornece soluções de vácuo, sistemas de gestão de exaustão, válvulas e outros produtos. Os principais mercados de atuação da empresa são os de semicondutores e científicos, incluindo a indústria de processos químicos, embalagem de alimentos e processamento de papel. A Vacuum Technique possui uma rede de serviços globais e aposta na inovação de produtividade sustentável para melhorar a performance de seus clientes. As principais unidades de desenvolvimento e fabricação estão localizadas no Reino Unido, República Tcheca, Alemanha, Coreia do Sul, China e Japão.
www.atlascopco.com/pt-br